quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Olhe o que ocorre ao se ouvir a gravação da Técnica do Circo !

O QUE OCORREU AO OUVIR A GRAVAÇÃO
(relato feito por um membro da comunidade no orkut : Safra - http://www.orkut.com.br/Main#Profile?rl=lo&uid=11085322366269080577 : Apometria - Teoria e Prática  sobre os sentimentos e sensações que rolaram ao estar ouvindo pela 1ª vez a gravação da Técnica do Circo no tópico: Dúvida sobre a gravação.)




Como prometido, vou descrever de forma mais profunda. É apenas um relato, então, tentei ser descritivo. Peguei o áudio novamente para descrever parte por parte.

Havia uma equipe lá, foi engraçado. Parecia ter um movimento, em muitos momentos, havia uma antecipação do que era falado por intuição, e se dava uma parte, como um "preparo" a cada parte.

Minha imaginação não ajudou muito na montagem do circo. Havia uma imagem que não era comum, era um "mini-mundo" com essa finalidade de circo. Era como ver cada parte, e sentir, de modo "meio-apagado". Na parte por relembrar, não conseguia ver desafetos ou formas que fossem presentes, nessa vida. Talvez, por ter resolvido a maioria e ser novo, não tivesse muito nesse tempo simples.

Todos entravam no circo, haviam alguns que se contorciam, se negavam, se debatiam etc.. Só um problema que veio, era sobre a dificuldade nos estudos.(Mais pela força de vontade em algumas situações...

Pensei nos sonhos.. e apaguei. Depois voltei lúcido na parte de trazer manias para lembrar. Quando foi na parte sobre as dificuldades dos convidados, houve uma "onda" de pensamento alta, bem pesada. Quando foi a parte do garoto na lona, foi bem engraçado..XD Um colega simples, bem simples e inocente, muito curioso. É pequeno também.



A parte dos ingressos, não foi possível imaginar. XD Travei. Os vendedores, era eu, cada um deles era uma parte de mim, com uma passividade de sentimentos maior que a minha comum que conheço.

Quando as luzes se acenderam, foi como acender uma fornalha bem quente, foi se expandindo, e esse cristal apareceu antes da fala, não como um cristal, mas uma chuva de pétalas luminosas que se refletiam e formavam esse "arco-íris", não entravam pelo "coronário" mas pelo coração, que se espalhava por todo o palco.



A água, foi vaporosa, o ambiente se cobriu dela, quente, que acalmava e relaxava. Não me foi possível ver dar de água com as mãos a todos, mas, alguns vieram ao meu encontro e dei-lhes água

Quando se falou em luz violeta. Ponto. Só isso, mais nada. Tudo começou a queimar, como uma explosão leve e devagar, mas bem grande.Foi curioso depois ouvir por pensar em queimar, de fato, estava mesmo. As coisas se dissolviam, como um óleo que em meio a um corpo denso, sobe até o lugar onde o corpo permite.

Falou-se em partes do cérebro por refazer, não sabia ao certo as partes, mas, acendeu-se uma energia fluídica que iluminavam cada parte.

Quando se falou em chacras, realinhar, não foi nada que uma linha que tencionavam as partes e davam-lhes conexão, nivelamento.

Quando se falou em imaginar um homem de perfil, apareceu Jesus, e como estava com medo de estimar algo que não possuía por ver algo assim, imaginei o autor do filme "Jesus, Superstar". Ri um pouco, e prossegui

Quando se falou do ponto, esqueci do homem, e o ponto vi em cada parte de mim. A bolinha tinha um tipo engraçado, por cada parte que passava, ela ficava menor e mais "distribuída" em luz. Quanto mais rápida, mais aspecto nebuloso tinha, mas, atingia assim maiores partes além daquelas. Quando reduzia a velocidade, virava uma bolinha comum.



Quando a bolinha começou a girar, começou a "pegar" uma parte de um vapor branco como uma aranha, e dando-lhe sentido , como dando uma corrente intensa, que servia em várias partes do corpo.

Quando se falou em cordões de ligação..puff.. Apaguei, voltei em "séculos e séculos". As palmas foram mais para despertar e dar continuidade nos cortes, quando voltei, não sentia muito os "tais cordões", uns estavam apagados, e nas palmas acordei, eles, se desfazendo sozinhos ai.

As partes dos cristais, não consegui separar, estavam juntos não no cristal,mas em mim, e isso os dava-lhes sentido, por serem inseparáveis naquele momento. Eles refletiam em um espelho como cristal e lhe fazia dar surgimento naqueles que se estavam em tratamento.

Alguns choravam, e choravam.. foi muito bonito. Nessas horas que apareceu o que chamam de piedade fraterna, foi bem assim. Já fazia um tempinho que tinha esse sentimento.



Quando se falou em sete chamas, e a chama violeta no topo.. Lembrei de um tio que é da Saint Germam, que tinha tudo violeta., e certa idolatria por violeta XD Como tinha uma certa "richa" com a família, me concentrei no trabalho e a imagem desapareceu.



Quando falou-se em "romaria", surgiu uma outra imagem de um colega coreano que dizia isso sempre, me concentrei e a segunda imagem se foi.

Quando se falou em pedir a todos que andassem, ai tomei ciência da minha insignificância. Acabei por rodear o grupo, como se dividi-se em vários para formar vários anéis, tomando a forma de círculo que envolviam todos.

Nas chamas, vi tudo se indo, como o exemplo do óleo. Lá tinha quem se debatia, e se debatia, como quem tira um verdugo de uma criança levada. Olhando-os, vi se acalmaram, e algo se dissipava em inconsciência daqueles que ali teimavam.

Deixe-os e veio o salão. Cada passagem, dava a aumentar a grandeza das portas bem esculpidas. Descrevendo mais certamente o último caso, das três portas, elas eram inter-relacionadas, como se conversassem entre si. Nisso, me dividi em três e passei pelas três.

Indo aos anéis, joguei-os, e daí, foi bem interessante.



Foi a única parte que teve mais relação com o processo da gravação. Peguei-os aqueles que ficaram inconscientes, eram poucos. Os que lá se trataram nas tais chamas, ficaram observando.

Ai, foi um momento que dizem "muito amor"..XD É como ver alguém nascendo, com a esperança renovada. A luz laranja, foi muito bonito. Fiquei muito feliz por eles acordarem, e tirarem uma grossa escura que os rodeava.

Estava tão bonito, havia uma piedade maior que a anterior descrita, muito maior. Só voltei a gravação na parte dos cordões. A parte das chamas, novamente, fiquei meio perdido, estavam todos já em tratamento de um jeito bem estranho. Ainda não me recordo bem dessa parte, e ainda até agora por lembrar me dou por ligado e vejo o alívio bem disposto

Quando se foi ao umbral, perdi-me em dado momento. Fiquei "apagado" só que, não dormindo e nem inconsciente.

Eu não vi pessoas lá, vi pontinhos que se estendiam afundados na lama, só vendo no formato de pessoas mais adiante.

O sol, queimou a terra, e o universo se via ao fundo em um sistema binário. Parecia a praia do filme "Contato", só que bem mais bonita. Não sei por não ver animais lá.





Quando se falou em "Chuva de prata", achei curioso por ter acontecido antes nessa descrição algo parecido. E depois as pétalas...XD Bem, já estavam lá desde o começo, então, só lhes dei intensidade.

Quando se veio com os cristais para esfregar e assoprar, era único a mim, então só lhes dei sentido como são dispersos no próprio ambiente que ali estavam.



O sol já brilhava.

Quando "voltar" ao presente.. Falou-se em fotos, e vi fotos tão bonitas, que ao falar para rasgar, tive de mentalizar algo para rasgar, então foi algo que não sei bem ao certo, mas foi rasgado. O bonito deixei lá.

Ai para pegar a outra caixinha..XD Dei risada, e só peguei a que já estava lá de lado para reformar.

Quando falou-se de vidas passadas..puff.. Apaguei. Só voltei nos tratamentos para aqueles que precisavam.

Indo na terceira parte.. Um só coração e um só pensamento.. "É como se sentisse um halo que dá forma as coisas, saber exatamente o que é no início, o que se fez por criado. É isolar-se de todas as coisas e parar o pensamento e ver como ele é, sem pensar."

Vi um ponto minúsculo, que se reduzia e reduzia, e nele, ali estava. E em volta, havia um anel que se expandia na medida em que o ponto se reduzia, e vi-me único.



Assim como se dá a criação, dessa parte vi-me em contraposição de que temos por conceito de Deus e ao mesmo tempo, via a forma que dele se emanava passando em forma por este minúsculo ponto que resplandecia a grandeza que existe em cada parte cada ser, cada interação. Esse minúsculo ponto, afundava se perdendo no infinito, e dando-me por dizer: "Ei! Estou aqui.." XD É verdade, deus está aqui também. - Acho que isso me causou uma percepção estranha, como se estivesse além de mim, mas dentro. Durou um dia depois desse tratamento, como se visse intuitivamente em todos os lados.. Foi bom, mas me "reverberou" os sentidos.

Falou-se em bola de cristal, ai imaginei "Pronto, cadê a cartomante?" XD Ri-me, concentrei e voltei ao normal.

Quando falou-se em pirâmides, demorei um pouco a perceber o que se pedia. Quando me deixei por proteção, ai começou a parte difícil do tratamento. O.o

Girando e girando e girando... ficou-se tudo cerrado. Apaguei e vi horrores que via impassivo, um sentimento diferente.

Vi um mundo enorme, escuro, que descia protegido por essas pirâmides. Tinha uma névoa escura, de quilômetros e quilômetros, e eu descia, descia. Isso se deu antes de dizer planetas, estava descendo desde da proteção.

Era uma impressão de retidão, como uma prisão, que se produzia por si só, sozinha. Não achei onde se produzia tudo aquilo. Não conseguia "atacar" como se diz, não queria por achar uma esperança além daquilo, e só consegui desestabilizar algumas coisas as quais não sabia de fato o que era. A rede, não pegou tudo, era muito grande, um mundo inteiro eram "eles", uníssono.

O mundo, quando se disse entregar a espiritualidade, se foi.. Mas, ainda não sei se foi, ou se eu que me debandei causando alguns "estragos".

Terminado, fiquei meio além da imaginação, meio que tentando criar algo.

Foi um experiência boa. Quando abstrair bem, e perceber a oportunidade certa, volto ao áudio para ver no que dá isso.

Ufa! Até que enfim. Espero que tenha sido +/- claro. Como me pediu para aprofundar, tive de reviver tudo para perceber com mais clareza.

Ahh, relembrando isso, me sinto vibrando, e se percebe até no corpo físico uma vibração mesmo. Como se fosse um frio, mas não é frio. De um tempo para cá isso me ocorre, até antes da gravação, se souber de algum relato parecido.

Até a noite, as vezes acordo bem disposto e tudo "vibrando" de uma forma muito, mas muito intensa. Como se passando por cada componente, cada parte. É bom, mas, as vezes dá uma vontade de "explodir" e sair voando que não aguento tanta pressão.

Isso cessa quando entro em contato com alguma personalidade mais "baixa". Me sinto melhor, mais calmo, mais nítido. Só, que sem essas visões malucas que descrevi. O único problema, é que os defeitos aparecem mais também.

Acho que com o tempo, a tendência é melhorar. Só se conter, creio, em dados momentos.



Um Abraço

segunda-feira, 26 de julho de 2010

questões materiais e questões espirituais

a busca de soluções para nossas vidas, nossos problemas pela via do material, do físico, nos leva sempre a soluções que nos impossibilitam o trato espiritual... Como ? ... é assim: a resolução de nossos problemas ou até evitar de que eles aconteçam usando as vias do evitamento ou cura (quer sejam remédios, benzeção, chazinhos, feng shui, mudar de residência, mudar de trabalho, etc) nos leva a afastarnos daquilo que o mundo espiritual se nos coloca a nossa frente afim de que possamos nos arrepender e nos perdoarmos...( o espiritismo até que aceita isso mas os exegetas vem minimizando esses efeitos ao dizer, por exemplo, de que vc não precisa conviver com seu inimigo, que vc pode mudar de lado da rua, etc)...a prática do perdão só pode acontecer se tivermos a nossa vítima conosco, a nossa frente, senão vamos perdoar a quem ?...Num passado distante a Igreja Católica vendia um futuro melhor (depois da morte) e com isso prosperou...mais recentemente os New Pentecostais (Universal, Sara Nossa Terra, etc) tb fizeram da mesma forma só que vendem para o aqui e agora e não mais para o alem tumulo e com isso prosperaram...o que eles vem ?: é a Teoria da Prosperidade, da Felicidade, da Posse de Bens Materiais ...essa é a busca da felicidade que é "vendida e almejada"...é a felicidade material...tudo que se busca hoje nada mais é do que a "busca da felicidade material" ... nada da felicidade espiritual ... mas a felicidade espiritual não necessariamente está associada a felicidade material...a busca da felicidade material praticamente nos afasta da felicidade espiritual...é o enfrentamento de nossos problemas com um olhar espiritual que nos levará aos caminhos do reencontro com nossas vítimas/algozes ode, então, poderemos praticar o arrependimento e o perdão ...caso contrário, na medida em nossos problemas materiais e físicos vão sendo resolvidos, mas temos a tendências de acharmos que somos felizes...que a saúde e o bem estar que vivemos é a felicidade almejada e que podemos prescindir de religiosidade.

A DOR E O SOFRIMENTO COMO NOSSO AUXILIO PARA ENCONTRARMOS OS CAMINHOS DO ARREPENDIMENTO E DO PERDÃO

a quitação de nossas continhas, erros de vidas passadas, não necessariamente se dá pelo sofrimento...aliás nem é necessário o sofrimento...então suas palavras : "Estou ciente de que terei de pagar isso." tem muito de verdade, mas a forma como isso pode ocorrer esta redondamente enganado...essa forma de pagar pelos sofrimentos vem das ideologias católicas um tanto fora de uso hoje até por eles...digo isso por suas palavras: "Mas tirar de mim as adversidades seria fazer de mim um ser fraco sem condições de caminhar e nem de ajudar a si próprio ou outro alguém. Seria tornar-me inútil." ...engano seu, não te faria um inútil não...A DOR E O SOFRIMENTO PODE TER OUTRO SENTIDO que não o de purgar a culpa o que, aliás, nem purga sabia, pois a única solução para parar a roda da vida de algoz/vítima é o perdão e o arrependimento adoçados pelo amor...o outro sentido da dor e o sofrimento é apenas a grande oportunidade que temos de ENCONTRAR NOSSO ALGOZ/VÍTIMA e encontrado, nos arrependermos e pedirmos perdão pelos nossos erros E ISSO SE FAZ ATRAVÉ DE TRABALHOS ESPIRITUAIS PROFUNDOS que é a Apometria que a tudo resolve, não ela, mas o que ela nos propicia que é nos defrontarmos com nosso algoz/vítima...Assim suas palavras: "Não peço mais para Deus evitar obstáculos ou problemas em meu caminho..."só teria sentido se vc aproveitasse esses momentos de dores para encetar mais forte a busca de seus algozes/vítimas pois nesses encontros está a grande oportunidade de praticarmos o perdão e o arrependimento isso pela oportunidade que a Apometria nos proporciona e [b]JAMAIS PARA CURTIR O SEU SOFRIMENTO ACHANDO QUE ESTÁ QUITANDO SEUS DÉBITOS PRETÉRITOS...

Nos enganamos quando dizemos que “comigo a Apometria não funcionou” e falo isso sem conhecer seu problema em particular e falo em cima da minha experiência de 10 anos praticando apometria todo santo dia ... um tratamento (na realidade é um chamamento para que vc busque sua vida espiritual) espiritual tem várias etapas que vc vai passando que muitas vezes mesmo que não fez mas isso é só em função de nosso parco entendimento "do que seja a dor" e a função dela...essa dor não é para vc curtir pensando que está purgando seus erros...naão, de forma nenhuma...essa dor tem apenas o sentido de alertá-lo...acordá-lo para sua vida espiritual...ai, nesse caminhar vc VAI ENCONTRANDO MAIS E MAIS SEUS ALGOZES/VÍTIMAS e com eles vc deve ir se reconciliando conforme as palavras de Jesus e essa reconciliação se dá pelo PERDÃO E PELO ARREPENDIMENTO tudo adoçado pelo AMOR...mas ai que reside o problema, pois fazer isso é a parte mais dolorida e difícil e que com um monte de desculpas esfarrapadas procuramos nos afastar (é a grande maioria viu...)...essa é a grande função da dor/problemas/doenças/distúrbios, etc...aproveite quem quiser...ou então, entre pelo desvio e curta sua dor pensando que esteja purgando seus pecados até porque curtir a dor é bem mais fácil do que perdoar e se arrepender

Dª NILDA E SEUS QUATRO AMORES

uma manhã dessa acordei com esse conto na minha mente, é meio fora do meu estilo, mas...


Nilda era uma garota muito fogosa que descobriu o sexo ali pelos seu 13 anos na sua pequena cidade do interior do Maranhão na companhia de seus primos e de coleguinhas da escola. Logo cedo entendeu que essa estória de “mulher de um homem só” não era lá do seu feitio. Quando já estava interando seus 15 anos a mãe enviuvou e daí se mudaram para a Capital, São Luis. Achava a mãe, que poderia dar um futuro melhor para seus 3 filhos. Foram morar numa dessas cidades ao norte na Ilha do Amor, a pequena Raposa com 20.000 mil habitantes onde sua mãe tinha uma amiga que para ali tinha se mudado anos antes. Logo Nilda já conhecia toda a garotada da vizinhança até porque morava bem perto do colégio. Como sempre não conseguia namorar um rapaz somente o que a tornava o colírio da rapaziada e o ódio das mocinhas. O tempo foi se escoando lentamente até que concluiu o colegial quando tentou, mas não conseguiu entrar para a faculdade pública o que a levou a dar por encerrado os estudos porque sua mãe não podia pagar uma faculdade particular e seus irmãos mais velhos já estavam próximos de constituir suas famílias e tinham de cuidar de suas vidas. O caminho para não ficar presa em casa foi procurar emprego na São Luis. Se arrumou toda faceira e foi ao centro antigo de São Luis procurar emprego no comércio local. Mas como o centro antigo já não tem um comércio tão pujante, na volta para casa, a nossa bela Nilda se encantou com a região do bairro do São Francisco onde um cinema chamou a sua atenção. Desceu do ônibus e pelas imediações do Cine São Francisco saiu a procura de um emprego. A formosura de Nilda lhe ajudou e ela logo no primeiro dia conseguiu seu intento numa loja de tecidos de um carcamano (como são conhecidos os descendente de árabes por aqui). Iniciava-se ali um novo tempo para Nilda. Rapidamente a redondeza sabia da existência daquela fogosa jovem que, no calor dos seus 18 anos dava vazão a sua energia. Mas uma gravidez interrompeu aquela saga e foi o estímulo para aceitar um pedido de casamento feito por Pedro de Sousa, apaixonado colega de trabalho que gerenciava a loja que ainda não tinha gozado dos favores de Nilda mas que nutria esse sonho desde o primeiro dia que Nilda entrou naquela loja. Ele se dispôs a assumir aquela criança e em poucos dias o casamento se consumou e com ele se realizou também o sonho do antigo chefe hoje marido. Da mesma forma que Nilda tinha suas preferências por alguns tipos de comidas e doces, ela também se dividia nos amores. Se gostava de arroz de cuxá (culinária maranhense feito a base de vinagreira) pelo seu azedinho, pelo mesmo motivo morria de amores pelo Carlão, jovem e portentoso de pele negra que reluzia. Se camarão era seu prato preferido, esse sabor Nilda também encontrava nos braços de Juvenal o jovem 3º Sargento da Aeronáutica que viera do Sul. Ela dizia que tirar a farda dele era o mesmo que ir tirando a casca do camarão para depois comer. Doce de Bacuri, sabor de infância que Nilda relembrava sempre com a ajuda de Ribamar, motorista de ônibus que semanalmente passava por São Luis vindo do interior quando abastecia Nilda de doce de bacuri e ela retribuía com seu carinho fogoso. Os dias corriam docemente enquanto os filhos iam chegando sendo que cada um de seus amores lhe deixou um fruto (o primeiro ela não tinha certeza quem era o pai, apenas uma desconfiança) e eram quatro lindas crianças, cada uma de um pai, mas todas registradas pelo zeloso marido que sabia das estrepolias de Nilda mas que não se incomodava, pois era com ele que ela se deitava toda noite aquecendo sua cama e suas noites e ainda tinha a alegria de quatro crianças justamente para ele que era viril mas estéril. A cada um dos amores Nilda dedicava certa forma de amor. Ela os amava e com eles se dividiu ao longo de sua vida. Considerava a todos como seus homens, seus maridos, não via distinção. Apesar deles, com o correr do tempo, terem constituídos suas famílias, não deixavam de ser os homens de Nilda. Somente Ribamar não se casou e tinha em Nilda seu regaço acolhedor quando chegava na Ilha do Amor. Apesar de não ser o preferido entre os quatro, Nilda lhe dava mais carinho por sua solidão na estrada e a falta de uma família, mas nada comprometedor. Os quatro amores de Nilda não se encontravam nem sabiam da existência uns dos outros, mas paravam por ai, nem conversar sobre o tema se atreviam. Passaram-se os anos e o viço da juventude foi se dissipando, mas Nilda envelhecia bonita o que despertava muita inveja nas mulheres e muitos sonhos nos homens. Mas Nilda tinha se proposto retribuir a felicidade a seus quatro homens que tanto prazer lhe davam. Até que chegou o último dia de Nilda sobre a face da Terra e seu marido tinha uma certeza, uma certeza que as mulheres não têm, ele tinha a certeza de que no velório de Nilda, não apareceria um filho dela fora do casamento.

Faiçal e a Apometria

Muitas são as DOENÇAS que a medicina tem catalogado: PÂNICO...TOC...DEPRESSÃO...STRESS...BIPOLARIDADE...CANCER...AIDS...etc...Todas tem sua origem na aproximação de um ente espiritual...esse é o doente...a doença é um sentimento ruim que tomou conta dessa criatura (raiva/mágoa/ódio/saudades/culpa/etc...) e como essa criatura tem alguma relação conosco, ela vibra esse sentimento em nós, dai sentimos o que ele sente. A saída que apontamos tem um nome: APOMETRIA...

Estrutura dos 3 Tempos

Estrutura dos 3 Tempos
Passado...Presente...e o Futuro

Livros que me ajudaram na Apometria

  • Renovando Atitudes Franscisco do Espírito Santo Neto, (autor) Hammed (espírito)
  • Os Prazeres da Alma, Franscisco do Espírito Santo Neto, (autor) Hammed (espírito)
  • Espiritismo & Magnetismo – De Paracelso a Psicotrônica – Carlos Bernardo Loureiro
  • Enigmas do Universo – Consciência e Matéria – Mario Franco
  • Apometria – A Conexão entre a Ciência e o Espiritismo – Ivan Vianna Hervé e outros
  • O Universo Auto Consciente – Amit Goswami
  • Todos do Godinho – Ver Hollus Editora
  • O Espírito em Terapia – Ercilia Zilli
  • Fisiologia da Alma – Ramatis – Hercílio Mães
  • Tormentos da Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda – Divaldo Franco
  • Ponto de Mutação – Fritjof Capra
  • Jardim dos Orixás – Ramatis – Norberto Peixoto
  • Evolução do Planeta Azul – Ramatis – Norberto Peixoto
  • Samadhi – Ramatis – Norberto Peixoto
  • Chama Crística – Ramatis – Norberto Peixoto
  • Flores do Oriente – Ramatis – Marcio Godinho
  • Psicoterapia à Luz da apometria – Clecio Carlos Gomes
  • Castelo Espirituais – pelos espíritos: Anaclara e Maurice - Rozabela Paz
  • O Tão da Física – Fritjof Capra
  • Perdô-o-te – ( Vida da Madre Teresa )
  • Aprendiz-Sete – Rubens Saraceni
  • O Guardião da Meia Noite – Rubens Saraceni
  • O Cavaleiro da Estrela da Guia – Rubens Saraceni
  • A Cura Quântica – Deepak Chopra
  • Evolução em Dois Mundos – André Luiz – Francisco Candido Xavier;
  • Missionários da Luz – André Luiz – Francisco Candido Xavier;
  • Energia e Espírito – Dr. Lacerda;
  • Energia e Matéria – Dr. Lacerda